Relação da diminuição da dorsiflexão de tornozelo com o colapso medial do joelho

A abordagem atual das disfunções de membro inferior são amplamente baseadas em evidências científicas, o que favorece a possibilidade do êxito na nossa intervenção.
Uma das alterações biomecânicas mais citadas nos artigos científicos é o chamado colapso medial do joelho (ou valgo dinâmico); Powers em 2003 (The Influence of Altered Lower-Extremity Kinematics on Patellofemoral Joint Dysfunction: A Theoretical Perspective) mudou totalmente a visão dos profissionais de saúde com relação às disfunções de membro inferior. Esse artigo verificou que o déficit de controle da pelve influi diretamente no joelho, e que a fraqueza múscular era uma das causas para essa alteração.
O fêmur acaba aduzindo e rodando internamente de forma excessiva em cadeia cinética fechada e isso acaba gerando disfunções biomecânicas relevantes para patologias diversas no membro inferior.

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Porém, com o avanço dos estudos, foram evidenciadas outras alterações que contribuiriam para o colapso medial do joelho, e sua presença pode ou não estar associadas à fraqueza muscular.
Bell-Jenje et al. em 2015 (The association between loss of ankle dorsiflexion range of movement, and hip adduction and internal rotation during a step down test) verificaram que a diminuição de amplitude de dorsiflexão está associada à maior adução e rotação interna do quadril e consequentemente maior colapso medial no joelho durante o step down test.

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Isso mostra como a avaliação é importante para definirmos qual (ou quais) alterações podem estar presentes, com isso abordamos diretamente as causas do problema, favorecendo assim a melhora da condição cinético funcional do nosso paciente/cliente.
colunista roberto

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Vamos falar de extensão de tronco?

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No ano de 2004 foi publicado um artigo na Revista Bra. de Medicina do Esporte no qual o objetivo era avaliar o efeito do método Pilates sobre a função dos extensores e flexores de tronco.

Vemos que a incapacidade de estabilização da coluna vertebral causada pelo desequilíbrio entre a funções dos músculos extensores e flexores do tronco é um forte indício para o desenvolvimento de distúrbios da coluna lombar.

A lombalgia é um dos mais comuns problemas da sociedade moderna, representando grande parcela de gastos na área de saúde pública. Estima-se que o gasto ficou em torno de 20 bilhões de dólares durante a década de 90.
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Para a realização do estudo foram selecionadas 20 pessoas para executar os exercícios intermediários e avançados com 20 sessões durante 12 semanas.

Viu-se que a função dos extensores do tronco apresentou aumento em todos os parâmetros analisados. E com relação aos flexões foi detectado discreto aumento para o trabalho. A maioria dos selecionaram depois da pratica do método abandonou o uso da medicação devido à grande melhora trazida pelo método.

Conclui-se que o método pilates mostrou-se uma eficiente ferramenta para o fortalecimento da musculatura extensora do tronco, atenuando o desequilíbrio entre a função dos músculos envolvidos na flexão e extensão do tronco.

marcos colunista

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PILATES PARA TERCEIRA IDADE

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O processo de envelhecimento envolve uma série de alterações degenerativas, graduais e irreversíveis do corpo, como, disfunções posturais, ciclo de marcha reduzido, perda de controle e estabilidade (SMITH, 2005), que levam a completa perda de função com perda de força muscular, flexibilidade, coordenação e memória (MATSUDO, 2000). Tais alterações acarretam em uma considerável perda de autonomia e qualidade de vida ao idoso (HEATHCOTE, 2000; ROGATO, 2001).
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A manutenção da independência física, psíquica e social é importante na preservação da autonomia funcional e qualidade de vida do idoso, fatores importantes na manutenção de habilidades motoras, prevenção de quedas e melhora de qualidade de vida na população geriátrica (ROGATO, 2001; REEVES, 2004).
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A prática do Pilates com idosos propõe melhorar a qualidade de vida do indivíduo como um todo, alterando seu estado físico, mental e social, contribuindo para o convívio dessa pessoa com demais membros da sociedade. A técnica tem se mostrado segura, desde que bem orientada, por um profissional habilitado, pois a possibilidade de lesões ou dores musculares é praticamente inexistente, já que o impacto nas articulações durante o exercício é nulo. A prática estimula a produção e a demanda de cálcio para os ossos que possam estar fragilizados, proporcionando lubrificação e aumento da amplitude dos movimentos para as articulações acometidas, respeitando os limites e avanços de cada um dentro das aulas.
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O método garante o aumento da densidade óssea; libera a tensão das articulações, deixando-as mais móveis e flexíveis; aumentando a capacidade respiratória e cardiovascular; melhorando a postura, evitando possíveis lesões de coluna; e desenvolvendo o corpo e os músculos, diminuindo a fadiga do dia a dia.
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Pode-se dizer que o método Pilates de condicionamento físico está apto a proporcionar satisfação total aos praticantes da terceira idade que desejam obter uma melhor qualidade de vida, aproveitando ao máximo seu corpo e a plenitude de sua saúde.

marcos colunista

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Conheça os 10 exercícios de Pilates que ajudam no tratamento da escoliose!

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Hoje em dia, as pessoas têm buscado os Stúdios de Pilates por diversos motivos podendo ser eles para o condicionamento físico, melhora de vida, crescimento saudável ou para reabilitação como é o caso do Pilates para escoliose.

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